Libertad...ores!
Com
certo tempo disponível para tal, acompanhei a virada do Libertad para cima do
Nacional, em casa, em partida pelo grupo 5 da Libertadores. O time pelo qual
torce o mandachuva da Conmebol, Nicolas Leóz, se deu bem ao vencer, por 2 a 1,
com um gol daqueles bem chorados ao apagar das luzes. O resultado classificou
os paraguaios, eliminou o Nacional e, de tabela, deixou o Vasco com passagem garantida
a próxima fase.
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| A entrada de Menendez no lugar de Civelle tornou a formação mais ofensiva, próxima de um 4-3-3 |
A
insistência foi a marca do time alvinegro que fez prevalecer o fator mando de
campo. Armado e um 4-4-2 repleto de variações, o time paraguaio comandado por
Burrochaga foi a campo com: Muñoz; Bonet, Benegas, Nesuti e Samudio; Aquino; Caceres, Santana e
Civelli, Nuñes e Velásquez. Equipe aguerrida demonstrou que tem o principal
ingrediente exigido pela competição: raça – muitas vezes confudida com pancada
- e persistência.
Já o
Nacional, que saiu na frente devido a uma bobeada do defensor adversário, estava
escalado por Gallardo da seguinte forma: Borian; Nuñez, Scotti, Jadson Vieira e
Rolin; Da Monte, Abero, Calzada e Vecino; Viudez e Sanchez. A pouca efetividade
no ataque tirou dos uruguaios a possibilidade de vencer o confronto e seguir
adiante na competição.
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| Destaque para Viudez, que é rápido e dá trabalho pela boa movimentação que atrai os volantes e deixa o meio aberto |
No
início do primeiro tempo, o Nacional imprimiu forte ritmo e, em uma bobeira da
fraca zaga do Libertad, o oportunista Viudez anotou o primeiro tento do jogo.
Na segunda etapa foram os paraguaios quem assumiram a postura de protagonistas
e mandantes do jogo. Boa jogada de Bonet pela direita, ótima aparição de
Velásquez para empurrar a bola cruzada para a pequena área. Ao fechar das cortinas,
o veterano Recoba viu a bola ricochetear em suas canelas e sobrar no pé do
volantão Cáceres, que só teve o trabalho de garantir que o barbante fosse
sacudido e a torcida fosse ao delírio.
Estava
jogada a pá de cal sobre qualquer sonho dos uruguaios, time de coração do Loco
Abreu, na Libertadores. De quebra o Vasco ainda se garantiu nas oitavas de
final.


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