quarta-feira, 11 de abril de 2012

Como parar o Bayern?



Aparando as pontas. Sim, isso mesmo! Neutralizar os jogadores que atuam nos extremos do ataque do Bayern é a melhor maneira de brecar a poderosa força alemã. O holandês Arjen Robben e o francês Frank Ribery são os responsáveis por municiar a máquina de gols chamada Mario Gomez. No entanto, quando esses homens são marcados individualmente, a história é bem diferente e sem gols para os bávaros.

O 4-2-3-1 é o esquema utilizado pelo Bayern - diga-se de passagem que essa configuração se tornou o "Instagram do futebol", todo mundo usa. Tudo começa pela muralha no gol: Neuer. Boateng, Badstuber, Alaba e o experiente Lahm formam a zaga. A cartela de opções defensivas do meio de campo garante tranquilidade e menos responsabilidade de marcação aos homens de frente. Para isso, o time conta com Schweinsteiger, Tymoschuk, Kroos e Luis Gustavo. Já para formar o trio de armação de jogadas, Muller, Ribery e Robben são as unanimidades. Mario Gomez, em grande fase, reveza a posição com Olic. Essa é a formação tradicional da equipe da Baviera, que tem como ponto fraco a dependência excessiva dos médios alas.

Ribery e Robben não encontraram a faclilidade costumeira para realizar cruzamentos para Mario Gomez, que pouco tocou na pelota
Foi exatamente essa a arma usada pelo Borussia Dortmund para vence-los e, praticamente, garantir o título alemão. Também armado em um 4-2-3-1, os atuais campeões germânicos utilizaram Schmelzer e Grosskreutz para abafar Robben, enquanto Piszchek e Kuba não deixaram Ribery jogar. Foi tiro e queda. Bastou um golzinho e muita garra para suportar a pressão e evitar o empate.

O Real Madrid vai encarar os alemães, pela UCL, no meio da semana que vem. Fica a dica para José Mourinho.

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