Aparando
as pontas. Sim, isso mesmo! Neutralizar os jogadores que atuam nos extremos do
ataque do Bayern é a melhor maneira de brecar a poderosa força alemã. O
holandês Arjen Robben e o francês Frank Ribery são os responsáveis por municiar
a máquina de gols chamada Mario Gomez. No entanto, quando esses homens são
marcados individualmente, a história é bem diferente e sem gols para os bávaros.
O
4-2-3-1 é o esquema utilizado pelo Bayern - diga-se de passagem que essa configuração se tornou o "Instagram do futebol", todo mundo usa. Tudo começa pela muralha no gol:
Neuer. Boateng, Badstuber, Alaba e o experiente Lahm formam a zaga. A cartela de
opções defensivas do meio de campo garante tranquilidade e menos
responsabilidade de marcação aos homens de frente. Para isso, o time conta com
Schweinsteiger, Tymoschuk, Kroos e Luis Gustavo. Já para formar o trio de
armação de jogadas, Muller, Ribery e Robben são as unanimidades. Mario Gomez,
em grande fase, reveza a posição com Olic. Essa é a formação tradicional da
equipe da Baviera, que tem como ponto fraco a dependência excessiva dos médios alas.
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| Ribery e Robben não encontraram a faclilidade costumeira para realizar cruzamentos para Mario Gomez, que pouco tocou na pelota |
Foi
exatamente essa a arma usada pelo Borussia Dortmund para vence-los e,
praticamente, garantir o título alemão. Também armado em um 4-2-3-1, os atuais
campeões germânicos utilizaram Schmelzer e Grosskreutz para abafar Robben,
enquanto Piszchek e Kuba não deixaram Ribery jogar. Foi tiro e queda. Bastou um golzinho e muita garra para suportar a pressão e evitar o empate.
O
Real Madrid vai encarar os alemães, pela UCL, no meio da semana que vem. Fica a
dica para José Mourinho.


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